domingo, 1 de fevereiro de 2009

- Por favor, não me adoeça ainda mais. - minhas palavras sairam roucas, em tom de súplica.
- Como queira. Espero que não se afogue em sua própria dose de egoísmo.
E saiu do quarto, fechando a porta com mais força que o necessário, sem olhar pra trás.
- Você não entende... - voltei-me ao livro que tinha nas mãos, passeando os olhos sob as letras, como se tentasse sugar dali algum conforto. Eu estava lutando com as lágrimas.